Não sei que é que se passa,

qual é a ração para tu não conseguir sorrir,

como tu só sabes fazer.

Grande parte dessa tua tristeza
seguro que foi nascendo pouco a pouco,

mesmo sem tu nem eu ter reparado,
guerras nas que nos enganamos de arma

e esquezemos lutar unicamente com amor.

Nao quero ser bunker,

nem barco que te acabe por afundir,
sou faro entre oceanos

e luz verde no horizonte.
Nao posso mudar aquelas coisas

que se acontezan em lugares ondem eu nao sou,

mas sim posso ser guia,

ou refugio quente tras uma manha de tormenta,

pra te ajudar a te quecer

e sentirte vivo,

a pesar se que as vezes o frio paralise.
Combinar forças positivas

e darte a mao se alguem te faz cair.

Acabar no chao para chegar bem alto

e observar o mar desde as nubes,

com assas,

livres,

unidos pelo ar celeste.

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